segunda-feira, 6 de julho de 2009

Encontro do dia 02.07.2009
















Visita à 3ª Bienal do Livro de SC

No dia 02/07/2009, após o lanche, fomos conferir com as/os cursistas do Gestar II CEDUP Renato Ramos as novidades da 3ª Bienal do Livro, no Centro Serra, em Lages.
Foi um excelente momento para análise de assuntos transversais, questionamentos a respeito de cultura, economia e desenvolvimento sustentável, abordagem temática do evento.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Encontro 18.06.09











"A prática pedagógica terá como conteúdo da língua, isto é, a fala, a leitura e a escrita enquanto atividades interacionais que concretizam e articulam visões de mundo. Os conteúdos, portanto, sempre serão os mesmos; os objetivos estarão pautados no domínio da fala, da leitura e da escrita; domínio este, que será mais complexo quanto maior for o grau de ensino."
(Proposta Curricular de SC, 1991, p.18)


quarta-feira, 17 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Gestar II/CEDUP Renato Ramos – Turma Vespertina

As oficinas estão transcorrendo animadas, participativas e também, percebe-se o comprometimento dos/as cursistas em relação aos assuntos abordados.
No estudo apresentado, o envelope de linguagem foi uma estratégia bem interessante
para elucidarmos alguns pontos referentes à tipologia discursiva e gêneros textuais.
A cada “Avançando na Prática” exposto nas oficinas, são momentos de troca de experiências e aprofundamento das questões teóricas.
Para atendimento individual, estamos reservando o horário final. Principalmente, ao que se refere ao desenvolvimento do projeto, o qual, idéias criativas estão surgindo conforme nos inteiramos da necessidade de cada um/uma em sua realidade na escola.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Reflexões: A Língua

O que distinguiu o ser humano dos outros animais do planeta foi a capacidade de criar a linguagem, esta maravilhosa construção simbólica que é a matéria-prima do próprio pensamento.
Ler, falar, escrever e pensar - tudo é linguagem. Vivemos literalmente mergulhados num mar de palavras e estamos acostumad@s, desde pequen@s, a olhar através delas para enxergar o mundo dos significados, da mesma forma que olhamos através da janela para enxergar a paisagem.
Às vezes, no entanto, podemos fixar nosso olhar na própria vidraça: em vez de procurarmos o sentido de uma palavra, podemos examinar os sons, as letras ou os elementos que a constituem.
Portanto, é na interação em diferentes instituições sociais (a família, o grupo de amig@s, as comunidades de bairro, igreja, a escola, o trabalho, associações, etc.) que o sujeito aprende e apreende as formas de funcionamento da língua e os modos de manifestação da linguagem.
Ao fazê-lo, vamos construindo conhecimentos relativos aos usos da língua e da linguagem em diferentes situações.
Também nessas instâncias sociais o sujeito constrói um conjunto de representações sobre o que são os sistemas semióticos, o que são as variações de uso da língua e da linguagem, bem como qual seu valor social.

Em síntese, por ser uma atividade de natureza ao mesmo tempo social e cognitiva, pode-se dizer que toda e qualquer situação de interação é co-construída entre os sujeitos.
Pode-se ainda complementar dizendo que, como somos sujeitos cujas experiências se constroem num espaço social e num tempo histórico, as nossas atividades de uso da língua e da linguagem, que assumem propósitos distintos e, conseqüentemente, diferentes configurações, são sempre marcadas pelo contexto social e histórico.
Mas o fato de que tais atividades recebam seu significado e seus sentidos singulares em relação aos contextos mais imediatos em que ocorrem e ao contexto social e histórico mais amplo, não elimina a nossa condição para agir e transformar essa história, para ressignificá-la, enfim. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.